segunda-feira, 23 de julho de 2012

No circo tem palhaço?

Uma pirueta, duas piruetas. Bravo. BRAVO! Sim, hoje vou falar de circo. Algumas vezes, aqui no blog, já falei da minha infância. Tudo para criar inveja nas crianças de hoje (hahaha). Não tinha computador, playstation e as brincadeiras eram na rua de casa.
Mas uma das atrações preferidas dessa fase é o circo. Macacos fazendo coisas incríveis, girafas que cumprimentam o público, elefante jogando água nos palhaços, trapezistas, mágicos etc. Pois, hoje, o circo está diferente.
É proibido ter animais nos circos. Depois de inúmeras denúncias de maus-tratos, essa foi a alternativa para combater a violência aos animais. Aprovo a decisão. Com essa determinação, o circo ganhou atrações em que o personagem principal é o ser humano.
Um exemplo de que o sucesso do circo independe dos animais é o Cirque du Soleil. As pessoas fazem coisas impressionantes, desafiando a gravidade.
Mas, voltando à questão dos animais, ouvi um questionamento interessante. Estava correndo os canais quando parei no Multishow. Felipe Neto (sim, ele tem um programa no Multishow) estava falando sobre esse assunto e levantou a pergunta: a saída dos animais do circo é por conta dos maus-tratos ou pela preguiça por parte de quem deveria fiscalizar?
Em parte, concordo com ele. Se a fiscalização fosse mais eficiente, não haveria violência. Mas o circo ficou tão ou mais interessante da forma como é hoje. Se quero ver animais, vou ao zoológico, onde são bem tratados e vivem em um ambiente que simula o habitat natural. Acho que o circo é o palco de artistas e não de animais.

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