terça-feira, 31 de julho de 2012

Do vestibular ao diploma...

Hoje foi divulgado o resultado do vestibular da Universidade Estadual de Maringá. A UEM foi considerada uma das melhores instituições públicas de ensino superior do País, de acordo com as avaliações do Ministério da Educação.
Mediante isso, esperava-se uma concorrência altíssima nos principais cursos, como Medicina e Arquitetura - o mais concorrido e o segundo mais concorrido desse vestibular. Só para o curso da área da Saúde eram mais de 360 candidatos por vaga.
Lembro da minha época de vestibulando. Eram meses de preparação para dois ou três dias de provas. Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Andei por esses estados fazendo provas em universidades estaduais e federais.
Era uma angústia a espera pelo resultado. Hoje, vi um rapaz comentando no Facebook sobre a alegria que ele sentiu há um ano, quando foi aprovado no vestibular. Disse ele que foi a melhor sensação da vida dele. Olha, fui aprovado em alguns vestibulares, mas discordo do colega.
A melhor sensação da minha vida foi sentida na minha festa de formatura. Lá, estavam as pessoas com quem havia passado os últimos anos da minha vida e os meus amigos e familiares comemorando comigo o final dessa trajetória.
Se você é um dos aprovados no vestibular, fique feliz. Você merece. Mas aposto que quando pegar o diploma, ficará mais feliz ainda.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Caminhoneiros também estão parados

Não são apenas os professores de universidades federais que estão em greve. Os caminhoneiros também estão reivindicando melhores condições de trabalho. A nova lei de trabalho dos caminhoneiros estabelece algumas regras que vão garantir a segurança de quem trafega pelas rodovias do País.
Os policiais fiscalizarão, pelo tacógrafo, se os caminhoneiros estão descansando 11 horas entre um dia de trabalho e outro e se estão rodando 4 horas e parando meia hora para descansar. Porém, para que essa norma seja cumprida, os motoristas exigem que existam pontos para descanso.
Não adianta exigir isso e não oferecer tais condições. Os caminhoneiros estão certos em lutar por pontos de parada. Se não param para descansar, são multados. Se param no meio da estrada, sozinhos, são assaltados. Por fim, perde-se dinheiro de qualquer forma. 
Outra reivindicação dos caminhoneiros é o aumento no valor do frete. Dizem eles que o valor pago pelas empresas mal cobre as despesas com o caminhão. 
Com os trabalhos parados e rodovias impedidas, o efeito cascata foi instaurado. Portos, como o de Paranaguá, estão com filas de navios que não conseguem carregar e descarregar por falta de caminhões para completar a logística.
O País se viu refém da classe. Sem o transporte de cargas, que no Brasil é feito, principalmente, pelas rodovias, os serviços tendem a parar. Em outras greves da classe, faltaram produtos nas gôndulas de supermercados, os navios ficaram travados nos portos. Enfim, um caos.
Concordo com as queixas dos caminhoneiros, mas acho que está mais do que na hora de o governo investir em meios alternativos de transporte de cargas, como ferrovias e hidrovias. Em países de primeiro mundo, isso é uma realidade. Aqui, estamos alguns degraus abaixo. Falta muito para passarmos de "país em desenvolvimento" para "primeiro mundo", pelo menos nesse quesito.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A casa caiu para Tim, Claro e Oi

Tim, Claro e Oi estão proibidas de vender novos números em determinados estados do País. A determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) passou a vigorar nesta semana, após inúmeras reclamações de problemas com as operadoras citadas.
Aqui no Paraná, por exemplo, a Tim está proibida de vender novos chips. Das três operadoras que entraram na dança, é justamente a Tim a mais prejudicada. Está proibida de vender novas linhas em 18 estados.
Durante a semana, agentes do Procon, aqui em Maringá, passaram nas lojas da operadora e em lojas que revendem tais produtos. Os fiscais instruíram e fiscalizaram os vendedores.
Hoje, o italiano Franco Bernabè, presidente da Tim, disse que as constantes reclamações dos clientes da operadora foram motivadas pelo crescimento do mercado e pela falta de suporte para o público. Em outras palavras, a operadora se preocupou em conseguir novos usuários e não se ateve à qualidade do serviço.
Quantas vezes você ficou sem sinal quando precisava, perdeu a conexão com a internet na hora de subir aquela foto fantástica no Instagran ou simplesmente não conseguiu enviar aquela mensagem importante? Eu não consigo nem contar quantas vezes passei por tais situações.
Que as operadoras estão sendo prejudicadas, isso é fato. Além de não conseguirem novos clientes, as pessoas, a partir de agora, vão pensar duas vezes antes de migrar ou comprar um número de uma das três operadoras
Espero, do fundo do meu coração, que essa determinação traga melhorias para os clientes dessas operadoras. Quem sabe em futuro não tão distante tenhamos qualidade de sinal e possamos viver "sem fronteiras".  

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Tem cada música esse tal de sertanejo

O sertanejo nunca esteve tão em alta como nos últimos tempos. São infinitas duplas ou cantores em carreira solo que se lançam no mercado com alguma música "estourada". Onde mora o problema? Que a maioria dessas músicas são totalmente sem conteúdo.
O estilo conhecido como sertanejo universitário leva esse nome por embalar festas de universitários e - por pior que possa parecer - por ser feita por universitários. João Bosco e Vinícius e Fernando e Sorocaba são exemplos de cantores graduados e que são sucesso de público em todo o País.
Mas o que acontece é que falta sentido em grande parte das músicas que tocam nas rádios desse segmento. Um refrão fácil de ser decorado, com duplo sentido ou explicitamente pejorativo. Em entrevista a um blogueiro do UOL, Victor Chaver (o Victor da dupla Victor e Leo) afirmou que o termo sertanejo "está lá em cima, a música está lá no chão".
Ele diz mais. Disse que o termo poético que fazia parte do segmento há um tempo, já não é o pontapé inicial na hora de compor uma música. Porém, o cantor lembra que o mercado está atrás de letras fáceis. Essa é a bola da vez.
O irmão Leo também fez um comentário sobre o assunto. Para ele, o momento é de cantores de uma música só. Ou você conhece outra música de João Lucas e Marcelo que não seja "tchu tcha tchá"? Para Leo, o tempo é que vai mostrar quem é verdadeiro nesse mercado e nesse segmento.
Realmente, Victor e Leo são lembrados por possuírem músicas que têm sentido e que, de certa forma, remetem ao meio rural. Não é apenas o ritmo, a letra também. Assim como eles, outros cantores fazem sucesso com esse viés. Já que o tempo vai apagar as modinhas e manter quem realmente sabe nadar nesse mar, vamos esperar para ver quem vai morrer na praia.
Abaixo, um exemplo do estilo de Victor e Leo.

terça-feira, 24 de julho de 2012

A web é um palco

Todo dia, a todo instante, novos astros nascem na internet. São mentes criativas que têm no ciberespaço um lugar para divulgar esse talento. Pode ser um vídeo, uma música, uma foto ou apenas uma frase, divulgados em blog, tumblr, twitter ou em uma página no Facebook.
O Marcelinho, que você confere no vídeo abaixo, é um desses filhos da web. Ele é um fantoche criado por dois humoristas até então desconhecidos do grande público e que ficaram - ou estão ficando - famosos por conta dessa criação.
Para divulgar o trabalho, os criadores precisaram de uma conta no YouTube e uma página no Facebook. E pelo número de visualizações nos vídeos, vê-se que o esforço deles está dando certo. Esforço entre aspas. Eu acho que esses caras mais se divertem com isso do que realmente trabalham (risos).
Escolhi o vídeo mais leve da série para postar aqui. Existem outros mais pesados, que você pode ver aqui.




Aconselho os demais vídeos apenas para maiores de 18 anos. Apesar de os vídeos serem divertidos, são contos eróticos. Então, nada de querer apresentar o Marcelinho para aquele seu sobrinho de 8 anos.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

No circo tem palhaço?

Uma pirueta, duas piruetas. Bravo. BRAVO! Sim, hoje vou falar de circo. Algumas vezes, aqui no blog, já falei da minha infância. Tudo para criar inveja nas crianças de hoje (hahaha). Não tinha computador, playstation e as brincadeiras eram na rua de casa.
Mas uma das atrações preferidas dessa fase é o circo. Macacos fazendo coisas incríveis, girafas que cumprimentam o público, elefante jogando água nos palhaços, trapezistas, mágicos etc. Pois, hoje, o circo está diferente.
É proibido ter animais nos circos. Depois de inúmeras denúncias de maus-tratos, essa foi a alternativa para combater a violência aos animais. Aprovo a decisão. Com essa determinação, o circo ganhou atrações em que o personagem principal é o ser humano.
Um exemplo de que o sucesso do circo independe dos animais é o Cirque du Soleil. As pessoas fazem coisas impressionantes, desafiando a gravidade.
Mas, voltando à questão dos animais, ouvi um questionamento interessante. Estava correndo os canais quando parei no Multishow. Felipe Neto (sim, ele tem um programa no Multishow) estava falando sobre esse assunto e levantou a pergunta: a saída dos animais do circo é por conta dos maus-tratos ou pela preguiça por parte de quem deveria fiscalizar?
Em parte, concordo com ele. Se a fiscalização fosse mais eficiente, não haveria violência. Mas o circo ficou tão ou mais interessante da forma como é hoje. Se quero ver animais, vou ao zoológico, onde são bem tratados e vivem em um ambiente que simula o habitat natural. Acho que o circo é o palco de artistas e não de animais.

sábado, 21 de julho de 2012

ATCHIM!

É, a semana foi de frio e de muita gente gripada. Eu fui uma das vítimas. Com repouso e um remédio famoso, logo os sintomas foram amenizados. Chego na casa dos meus pais e encontro minha mãe em situação pior. Nem os "trocentos" remédios que ela comprou resolveram, ainda.
Não por acaso, a preocupação com a Gripe A ainda continua. Essa semana, em Maringá, teve tumultuo nos postos de saúde. Ontem, sexta-feira, teve protesto e fila na frente da Secretaria de Saúde. O Ministério destinou 6 mil doses da vacina para a cidade.
Claro que não foi suficiente para uma cidade com mais de 350 mil habitantes. O governo prometeu enviar mais 400 mil doses para o estado, mas, mais uma vez, não vai dar para vacinar toda a população.
Há três anos, durante a epidemia da H1N1, lembro que a vacina foi destinada a grupos e, aos poucos, grande parcela das pessoas receberam a dose. Inclusive eu.
Será que não está faltando organização por parte do governo federal para controlar a doença e evitar mais mortes? Até então, no Paraná, são 760 casos confirmados e 23 mortes.
Organização para destinar verba para a Saúde. Organização na Saúde para a compra de mais vacinas. Organização para destinar essas vacinas às pessoas que são mais suscetíveis à gripe. Organização na distribuição da vacina nos postos de saúde.
Enquanto nada se resolve, continua a preocupação. O medo de frequentar ambientes fechados, o álcool em gel na bolsa e o receio no primeiro espirro.
Saúde!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Que dia é hoje?

O que? Dia do Amigo? É, e hoje também é comemorado o aniversário da chagada do homem à Lua. E foi por isso que surgiu o Dia do Amigo, sabia?. Um médico argentino enviou cartas para pessoas de diversos países, instituindo este o dia para celebrar a amizade. De acordo com ele, se houver união entre as pessoas, nada é impossível.
Este blog, por exemplo, surgiu a partir de uma amizade. Mas acho que a data, como outras, é mais comercial do que afetiva. Tudo bem que nas redes sociais as felicitações começaram ainda na madrugada, mas o dia ainda não é um marco no calendário. 
Valorizo, sim, as amizades sinceras e aproveito aqui para desejar-lhes um ótimo dia. Quem sabe essa data seja um incentivo a um telefonema para aquele amigo que mora longe ou aquele abraço naquele amigo que você vê todos os dias.
Então, Feliz Dia do Amigo. 

Ah, a imagem é meramente ilustrativa. (rs)

quinta-feira, 19 de julho de 2012

De volta, com Encontro

Eu sabia que há tempo não postava algo aqui no blog, mas já passou um mês da última postagem. Prometo que, a partir de hoje, vou ser menos relapso. Mas algo me deixou feliz. Mesmo com a falta de frequentes postagens, o número de acessos no blog não caiu. Muito obrigado aos fiéis leitores.
Agora, chega de conversinha mole e vamos ao que interessa. Hoje, acordei cedo e, no meio da manhã, parei para assistir ao Encontro com Fátima Bernardes. Já tinha assistido ao programa, com a visão crítica de um jornalista, mas hoje parei, efetivamente, para refletir.
O programa é bom. Desde que surgiu, piadinhas não faltaram nas redes sociais. As pessoas pedindo a volta da TV Globinho, outros sugerindo a troca de horário do programa, enfim, diversas críticas, nada muito aproveitável.
Foi feito todo um mistério para o que viria. Até que nasceu o quarto filho da jornalista. A equipe do Encontro é ótima. Foram pinçados alguns dos melhores profissionais para trabalhar com a senhora Bonner. O resultado no ibope ainda não é surpreendente, mas, como a própria Globo manifestou, o programa é apenas uma fonte de investimento em um horário que estava "vazio".
Analisando "Encontro", "Na Moral" e "Altas Horas" vê-se que seguem a mesma linha. Plateia, convidados, reportagens nas ruas e um gênio na apresentação. Fátima, assim como Bial, merecia um programa só para ela.
Hoje, vejo uma Fátima que não imaginava que existia. O programa está redondinho. Um assunto vai puxando o outro e a ideia de prender a família, acredito, está começando a funcionar. E, confesso, ver a Fátima Bernardes dançando, hoje, foi visualmente mais agradável do que ver o Fernando Rocha dançando no Bem Estar. Concordam? (rsrs)