domingo, 12 de fevereiro de 2012

Uma aula em horário nobre

"É melhor ser bom do que ruim." O Fantástico é o clássico das noites de domingo no meu apartamento. Sempre tem alguma reportagem exclusiva que repercute nos outros telejornais da Globo na segunda-feira. Ou então algum quadro interessante e que vale a pena.
Este é o caso do "O que vi da vida". Nesse quadro, os artistas dão depoimentos sobre o que passaram ou passam. Esta noite foi vez da Ivete Sangalo. Além de sempre ter mostrado que é uma pessoa da massa, simples e que não é arrogante, Ivete sabe divertir seu público. E isso ela comprovou na entrevista que deu ao Fantástico.
Dentre outras coisas, a baiana disse que nunca teve crises de estrelismo. Eu admiro ela por isso. Mesmo tendo milhões de fãs, ela não os despreza e não nega uma foto. Outras celebridades, com muito menos fama que Ivete, fazem doce e evitam falar com fãs e imprensa.
Na hora que ouvi Ivete falando isso, lembrei de pessoas, profissionais, jornalistas. Jornalista que se acha celebridade é pior do que ex-BBB. Claro que isso é mais visível entre quem trabalha na TV. Nas poucas reportagens que fiz até hoje, os colegas que por aí encontrei me trataram como colega e foram simpáticos.
Mas o estrelismo existe e sabemos disso. Quando Ivete fala que é melhor ser bom do que ruim, eu diria: é mais fácil ser simpático do que arrogante. Ela disse que às vezes não segura a piada. Eu prefiro ter o meu lado pessoas que perdem o amigo mas não perdem a piada.
Curtir a vida... Ser feliz só por estar vivo, rolar na areia, se molhar na chuva. Ivete, obrigado por ter aparecido nesta noite de domingo e ter transformado o fim do meu final de semana.

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