quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A relação entre pais e filhos

"Não quero lhe falar/ Meu grande amor/ Das coisas que aprendi/ Nos discos..."
É assim que começa uma das, se não a música mais famosa de Elis Regina. Com nossos pais aprendemos tudo. Se não aprendemos, pelo menos tivemos a oportunidade. Desde quando somos concebidos, o amor deles conosco é incondicional.
Hoje, assistindo ao Profissão Repórter, no Canal Futura, me deparei com um programa de 2008. O tema não perdeu a validade nesse tempo. Três casos foram mostrados. Um pai que conheceu o filho depois de três anos do nascimento deste, um casal que corria o risco de perder a guarda da filha adotiva e um casal de duas mulheres que deram à luz um casal de gêmeos.
As duas mães mostraram o perrengue que é para registrar uma criança filha de homossexuais. Mesmo tendo o DNA de uma das mães e terem sido geradas no útero da outra, ainda assim não foi permitido o registro.
O pai que conheceu o filho depois de certo tempo e não tinha contato com o garoto era quem salvaria a vida do jovem. Um dos rins do pai foi transplantado para o filho.
O caso da adoção foi mais sério. Depois de abandonar a filha na maternidade, a mãe biológica passou a acompanhar o drama dos pais adotivos para assegurar a guarda da recém-nascida. Com as fotos da criança na internet, a primeira se arrependeu da escolha e começaria a lutar para rever a guarda do bebê, que na época tinha um ano.
São histórias distintas que mostram o amor dos pais com os filhos. Quanto à mãe biológica que se arrependeu de ter abandonado a criança, prefiro que o bebê fique com os pais adotivos. Eles têm filhos de outros casamentos e que já são adultos. Uma criança nesse ambiente seria muito amada.
Não sei como foi o desenrolar dos casos. Hoje, quase quatro anos depois, tudo deve ter se resolvido. Mas, será que as mães conseguiram registrar as crianças como queriam?

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