sábado, 28 de janeiro de 2012

O trabalho eficiente da imprensa eficaz

Eram pouco mais de 21h quando William Bonner apareceu na TV no meio da novela para anunciar que um prédio havia caído no centro do Rio de Janeiro. Nesse instante, o GloboCop já sobrevoava o local e mandava imagens ao vivo.
Minutos depois, Christiane Pelajo voltou ao vivo dando novas informações sobre o desmoronamento. Nesse instante já diziam que não era apenas um prédio, mas dois.
No SBT, Carlos Nascimento entrou ao vivo no Programa do Ratinho para falar sobre o desastre. Ratinho até anunciava que a audiência estava subindo por causa das informações. Só na manhã seguinte a confirmação: três prédios haviam caído.
Os bombeiros de alguns quartéis do Rio já tinham sido deslocados para o local e a busca por sobreviventes era constante. Mais tarde, o SBT Brasil fora iniciado ao vivo do local da tragédia. A repórter comandou dois blocos do centro do Rio, só com informações sobre o desastre.
Logo mais, às 20h30, o Jornal Nacional teve ancoragem dividida. Patrícia Poeta foi até a Cinelândia e apresentava o telejornal de lá. Enquanto isso, Bonner estava na bancada e apresentava as demais notícias do dia. Mas, claro, as principais informações da edição vinham da outra apresentadora.
As buscas ainda continuam. Os portais ainda contam com espaços exclusivos para o caso. Os telejornais atualizam sempre o número de mortos. E os bombeiros já anunciaram: é praticamente improvável que ainda haja sobrevivente.
A tragédia no Rio pode provar qualquer coisa negativa sobre engenharia civil e falta de fiscalização. Mas provou que as grandes emissoras do País estão mais do que preparadas para dar qualquer notícia a qualquer hora do dia.

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