domingo, 20 de novembro de 2011

A confusão da Grande Família

Fiquei devendo uma postagem, né?! Pois cá estou para suprir essa falta. Como disse no último post, estou com algo na minha cabeça há alguns dias e preciso dividir isso. É sobre o último episódio da Grande Família, aquele seriado da Rede Globo.
Nunca fui muito fã de Dona Nenê e companhia, mas este ano, no segundo semestre, passei a não ter mais aulas nas quintas-feiras. Então a televisão do quarto é um refúgio para o dia e o horário. Passei a assistir o programa.
Alguns dias até me divirto com as situações apresentadas. Fatos do cotidiano são inseridos no roteiro para dar mais realidade. Até os boeiros voadores do Rio de Janeiro já apareceram por lá. Mas, no último, o que foi destacado foram farmacêuticos que vendem remédio sem receita e pessoas que se automedicam.
Dona Nenê era quem indicava o melhor medicamento para os parentes e amigos. Sabia quais eram bons e para quê servem. Pior de tudo era o farmacêutico. Ele simplesmente acatava a indicação da dona de casa e vendia o remédio sem a receita.
Claro que o assunto ia dar o que falar. O Conselho de Farmácia repudiou a encenação do ator. Mas é apenas uma representação. Assim como nas novelas retratam jornalistas de todos os tipos, os outros profissionais também podem entrar na dança. É questão de entender que seriados e novelas não têm necessariamente que ser uma cópia da realidade.

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