quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Profissão caminhoneiro

Nesta terça-feira (25), chego da aula e ligo a TV. Vejo a chamada para o programa que logo começaria. O Profissão Repórter da noite seria sobre a rotina de caminhoneiros. Enquanto O Astro dava o ar da graça na telinha, fui ler algumas notícias.
Facebook, twitter, G1 e Uol abertos. São abas e abas que eu logo abro quando o computador é ligado. Já com o assunto do programa na cabeça, achei uma reportagem relacionada no site da Globo. No Jornal Nacional do mesmo dia, o tema já havia sido trabalhado.
Logo pensei se foi proposital ou não. Mas não deu tempo de ler a reportagem antes do programa do Caco Barecllos ir ao ar. Acompanhei o trabalho dos repórteres na boleia dos caminhões.
Uma equipe foi para o Pará e outra para Santa Catarina, partindo de São Paulo. Os jornalistas foram em busca da notícia. Desde o buraco na estrada até a hora da visita aos pais. Os caminhoneiros abriram a intimidade para a câmera.
Os caminhões dos profissionais não eram os melhores. Um deles ainda nem havia sido pago e o motorista já demonstrou que não cuida muito bem da máquina - estava com excesso de peso.
Em contrapartida, na outra reportagem, foram apresentadas as novidades dos fabricantes de caminhões. É um mais bonito e moderno que o outro. Camas enormes, geladeira, fogão, pia. Tudo que o caminhoneiro precisa para se sentir em casa.
A sustentabilidade também invadiu essas máquinas. No teto, placas que absorvem a energia solar e fazem o painel funcionar. Há também a tecnologia da Fórmula 1, que transforma a força dos freios em energia para abastecer a bateria.
Nesse conforto e pensamentos ecológicos, o que vai ter de gente querendo virar caminhoneiro... Será que teremos estradas para todos esses novos motoristas?

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