segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Expedição Xingu do século 21

Sabe aquele sentimento de "invejinha boa" que temos de alguém que fez alguma coisa muito legal, mas que não desejamos o mal para tal pessoa? Essa sensação descreve o que senti assistindo ao quadro "Expedição Xingu" no Fantástico.
Comandada pelo competente jornalista Rodrigo Alvarez, uma turma de universitários foi selecionada para percorrer o caminho Roncador-Xingu. Além da aula que tiveram com as histórias sobre as dificuldades e belezas encontradas no caminho pelos expedicionários pioneiros, os jovens tiveram uma experiência única.
Na série de seis episódios, eles viajaram mais de 700 quilômetros por terra, água e ar. Dentre as dificuldades encontradas, o relacionamento entre os participantes. Lembro um dos episódios em que um dos selecionados desistiu.
No último, exibido neste domingo (25), eles chegaram ao destino final - o Parque Nacional do Xingu. Ao chegar a uma aldeia indígena, os membros da expedição se misturaram aos nativos e participaram de rituais típicos, como dança e lutas.
Se a Expedição que deu origem ao diário "A marcha para o Oeste" de Orlando Villas Bôas levou 16 anos (começou em 1943) e teve o mínimo de tecnologia envolvida, a deste ano durou bem menos e foi transmitida em HD.
Como universitário, queria ter tido essa oportunidade. Viajar, conhecer pessoas diferentes, histórias diferentes e refazer a história. Com certeza foi uma aventura e tanto. Apesar de todas as dificuldades e horas de caminhada, a recompensa é o que terão para contar pelo resto da vida.

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