quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Balanço da viagem a JP

A partir de amanhã, voltarei às postagens "normais" do blog. Mas hoje ainda preciso comentar algumas coisas que aprendi em João Pessoa, tanto quanto aos costumes, gírias e manias do povo.
Lidar com pessoas é difícil. Lidar com pessoas de diferentes regiões é mais complicado ainda. Estar em um evento nacional, que reúne pessoas de todos os estados foi incrível. Na hora das entrevistas, as pessoas percebiam que eu não era de lá. O sotaque sul-interiorano entregava minha origem: made in Paraná.
No café da manhã, algumas surpresas. Nunca imaginei encontrar mandioca cozida, salsicha frita e ovo mexido na mesa entre 7h e 9h. E o pessoal se acabava de comer. Eu gosto muito do meu pão com presunto e queijo. Um achocolatado acompanha. Ainda tinha a opção da tapioca. Eu provei alguns dias. Tudo bem, esse passa.
O almoço não pendia para as comidas da região, já que tinha que agradar ao maior número de pessoas, no caso, os atletas. Para o jantar, o mesmo. Mas, de noite, quando estávamos no período de descanso, resolvi experimentar o açaí que alguns comiam com gosto.
Não me arrependi nem um pouco. Muito diferente do que já havia provado no Paraná. Fora que o preço de lá é bem mais agradável que o daqui. Era dia sim, dia não. Ainda mais que o lugar que vendia o produto ficava na mesma rua que o hotel, na quadra do lado.
As músicas são totalmente diferentes das que tocam nas rádios aqui. Em Maringá, o sertanejo domina nas rádios mais flexíveis. Lá, o forró. Eu não tenho preconceito com músicas. Ouvia sem reclamar, até gostei de algumas. Mas, um dos motoristas da imprensa tentou me deixar mais confortável e comprou um CD sertanejo. Gostei da ideia, mas foi em um dos últimos dias. Já estava "afetado" pelo forró.
A simpatia das pessoas de lá é algo fora do normal. Mas, com certeza, algo que deveria ser o normal. Até as pessoas mais tímidas eram muito amigáveis. Esse foi o quesito que eu mais gostei de lá. Aliar paisagem a pessoas do bem é uma combinação perfeita.
Na hora de ir embora, não tinha uma lembrancinha ainda. No aeroporto vi uma lojinha e entrei. Tudo muito barato. Eu me surpreendi. Achei que encontraria produtos com preços superfaturados, mas não. Mesmo assim, não comprei mais porque não tinha como trazer. Dos 23 quilos que temos direito no bagageiro, usei 22,9.
Como disse ontem, agora restam as lembranças e, claro, algumas músicas que fiz questão de tê-las no computador.

2 comentários:

  1. viajar é a melhor coisa que a gente pode fazer na vida! Pro próprio bem e do outro. A gente melhora como ser humano, como cidadão.
    Beijo!
    sonia pedrosa

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  2. Meu amigo... você sempre me enche - mata de ORGULHO!!! Fico muito feliz por você fazer parta da minha life... e tudo que escreveu eu assino embaixo!!! Cada dia que lia seus textos ficava mais orgulhosa e feliz por você... Nossas risadasssssss (muitas) e nossos eventos entre AMIGOS... Não tem preço(só o Açaí), mas era baratinho e tem também sua dancinha inesquecível ouvindo(EU SÓ QUERIA DIZER QUE MEU AMOR POR VC É MUITO MAIS DO QUE A SOMA DAS GOTAS DO MAR)... Ahhh!!! E tudo isso ainda tinha a COUUUUVE que far má... mas com a gente sempre juntos... NADA, NUNCAAAAAA VAI FAZER MÁ!!!#AMOMUITO

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