terça-feira, 9 de agosto de 2011

Pânico na TV mescla as estações

O frio passou, o calor chegou com tudo, em Maringá. Mas, o que isso tem a ver com o texto de hoje? Siga. Tenho visto, nos últimos dias, muitos sites e portais "descendo a lenha" no Pânico na TV. Isso porque o "Impostor" se infiltrou no velório da Amy Winehose e se passou por um familiar. O clima esquentou.
Depois que agências de notícias de todo o mundo divulgaram fotos do repórter furão do programa da Rede TV, os brasileiros o reconheceram e virou aquela balbúrdia. O Pânico foi criticado durante toda a semana por veículos do mundo inteiro.
As temperaturas continuaram elevadas. Mas a chefia soube esperar o tempo certo para divulgar a reportagem. Esperaram a poeira baixar e o frio chegar para darem "um tapa na cara da imprensa". Com um texto muito bem construído, explicaram o real motivo da invasão do momento fúnebre.
Mas, antes de exibir a matéria, o diretor preferiu mostrar algo mais frio. Acho que para acalentar o público. Sabrina Sato mostrou o caso de uma mulher que tem cerca de 75 cachorros em casa. Ela é uma ex-moradora de rua que não aguenta ver um animalzinho abandonado.
Com o coração mole, a mulher abriga todos os cãezinhos que vê. Desde cego a pulguento, ela não discrimina nenhum. Sabrina iniciou uma campanha junto com uma ONG de São Paulo para que os animais sejam doados. Foi o momento "cute-cute".
Com o clima frio, depois foi apresentada a matéria em terras londrinas, que foi dividida em duas partes. Finalizando o programa, em alta, houve a decisão do não surpreendente quadro #Fama ou #Fogão.
Ou seja, o programa conseguiu sair por cima. Podem criticar o Pânico pelo humor escrachado, às vezes sem graça, mas existe uma turma inteligente, que sabe que tudo tem seu tempo. E isso deve ser reconhecido.

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