sábado, 20 de agosto de 2011

Bons e maus exemplos

Esta semana fui surpreendido com uma reportagem na Folha de S. Paulo. Estava com o jornal nas mãos quando me deparei com a história de uma mulher que queria entrar para o livro dos recordes - o Guinness Book. Se fosse algo digno de Guinness, tudo bem, mas não é.
A mulher mora nos Estados Unidos e pesa 317 kg e a intenção dela é chegar aos 700 kg. Um absurdo. Com tantas pessoas querendo emagrecer, recuperar a autoestima, aderindo a uma alimentação e vida saudável e ela com essa ideia de maluco.
Em contrapartida, uma britânica deu um bom exemplo. Com quilinhos a mais, a autodeterminação falou mais alto. A mulher passou a comprar roupas em uma numeração menor. Essa atitude fez com que ela fosse se controlando para perder peso.
A iniciativa deu certo. Aos poucos ela foi reduzindo o número do manequim e chegou ao peso ideal. Foram cerca de 40 kg a menos e mais de 100 vestidos. De uma compulsiva alimentar, ela se tornou uma compradora compulsiva. Agora, ela diz que tem o maior prazer em comprar roupas.
Por conhecimento de causa, não tenho dúvida que o segundo exemplo é o que deve ser seguido. Na reportagem da Folha, vi que a "vontade" de engordar pode ser um distúrbio que a norte-americana tem. Talvez, dizem os especialistas, por ela não conseguir emagrecer, decidiu radicalizar.
Uma besteira sem tamanho. O pior é que a família está de acordo com a maluquice. Os médicos alertam que isso é um atentado à saúde dela. Mas de nada adianta. Ela diz que está saudável e se exercitando diariamente. Mas esses exercícios vão ser frequentes até quando?

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