quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mais uma experiência

Lugarzinho feio, né?! (rsrs)
Quem é leitor novo aqui no blog não vai lembrar, mas os mais antigos devem lembrar que no ano passado eu fui para as Olimpíadas Universitárias, em Blumenau. E quase todos os dias postava fotos e textos sobre os bastidores e jogos.
Pois bem, no domingo pego um avião e vou descer lá em João Pessoa. A partir do dia 9 acontecem as Olimpíadas Escolares, de 12 a 14 anos. Vou, novamente, trabalhar como voluntário. Ficarei 15 dias em terras nordestinas. Já estou contando as horas.
Será o destino mais distante que eu vou. De Maringá até JP são 3 mil quilômetros. Para um interiorano que nunca ultrapassou os limites dos estados vizinhos, será uma viagem e tanto. Saudade? Acho que nem vou ter tempo de pensar nisso.
Vou rever alguns amigos que conheci em Blumenau e conhecer novos. Os voluntários que vão de fora ficarão no mesmo hotel. Da experiência do ano passado, sei que isso é uma diversão. Troca de experiências, papos cabeça, muita baboseira e, o principal, risada.
Durante o dia, a gente trabalha duro. Não deixamos nossas funções de lado, mas à noite é nosso descanso. Aí aproveitamos mesmo.
Volto para Maringá no dia 19 e, durante esses 15 dias que ficarei lá, novamente, postarei fotos e textos sobre o evento. Que venha mais essa aventura e experiência para a minha vida.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Engorda, mas faz bem

Quantas vezes nos deparamos com reportagens que falam sobre os benefícios e malefícios dos alimentos? Muitas pessoas eliminaram o ovo da dieta por acreditar que faz mal. Hoje, já comprovaram que ele é ótimo para o coração, em baixa quantidade.
Outro vilão desses estudos é o chocolate. Ah o chocolate! Quem não gosta de abrir um "embrulhadinho" depois do almoço, no meio da tarde, na noite insone? Eu sou fã incondicional, mas não um consumista compulsivo. Seja branco, amargo, ao leite, com cookies, não tenho preconceito.
E para ajudar, ontem vi uma reportagem no G1 que fala dos benefícios dessa gostosura para o coração. De acordo com pesquisadores britânicos, o consumo de chocolate pode reduzir em um terço o risco do desenvolvimento de doenças cardíacas.
Mas antes de sair correndo para o mercado mais próximo e encher o carrinho de chocolate, os pesquisadores afirmam que novos testes são necessários para comprovar esses efeitos. Outros benefícios do chocolate são as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Uma pena que, em grande quantidade, a gordura se deposita no nosso corpo. Cerca de cem gramas de chocolate têm aproximadamente 500 calorias. Uma bomba calórica, infelizmente. Mas, dados os benefícios, alguns quadradinhos de uma barra por dia não matam ninguém.
Agora, se vocês me dão licença, vou pegar um pedacinho do meu chocolate branco com gotas de amargo.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Contradições nos rodeios

Bastou um bezerro morrer na maior festa de peão do Brasil para uma discussão entrar em pauta nas mídias sociais. #amorodeio e #odeiorodeio ficaram por alguns dias entre os assuntos mais comentados na semana passada, no twitter.
A agressividade de algumas provas fizeram com que uma mobilização nacional surgisse. Graças às redes sociais, como punição, o peão que forçou o sacrifício do bezerro foi afastado das provas. Uma conversa em sala de aula levantou a pergunta: se não houvesse essa mobilização, algo seria feito?
Creio eu que não, porque quantos animais não devem morrer por aí em festas menores e ninguém fica sabendo. Ou, se fica, não se mobiliza contra.
Para os defensores dos rodeios, digo que sou contra algumas provas, como a que lesionou o bezerro em Barretos. Este ano vi outra prova que doía em mim. Saem dois peões sobre os cavalos e um deles tem de laçar o pescoço do bezerro e o outro as patas.
Na hora em que "fisga" o pescoço, deve dar uma dor absurda no bicho. Agora, a prova dos três tambores, eu acho fantástica. As mulheres cavalgando em uma corrida contra o tempo para contornar os objetos me deixou de queijo caído.
Abaixo, uma reportagem do UOL sobre o assunto. Está entre os vídeos mais vistos do portal.

domingo, 28 de agosto de 2011

Universitários: um "mal" necessário

Assunto muito debatido em Maringá é a presença dos universitários na cidade. Para quem é de fora, vou contextualizar. Zona 7 é um bairro em Maringá que cresceu ao redor da Universidade. A UEM (Universidade Estadual de Maringá) já tem mais de 40 anos.
No Jardim Universitário, que fica colado à UEM, novos prédios e casas foram construídas. Pela proximidade, os alunos tomaram conta do bairro. Normal, certo? Porém, muitas famílias compraram imóveis ali e estão até hoje.
Universitário gosta de uma festinha, música, reunir a galera. Famílias querem sossego. Uma hora essa combinação ia dar choque. Está dando e faz muito tempo. Alguns chegam a um nível de ignorância a ponto de dizer que os universitários devem ser "exterminados".
Como se a cidade não dependesse de nós, acadêmicos, para sobreviver. São cerca de 10 instituições de ensino superior em Maringá. Com o período de recesso, os estudantes de fora vão para casa e há um vazio demográfico.
É chato acordar de madrugada com um carro passando na rua com o som alto? É, concordo. Mas dizer que universitário é vagabundo e não faz nada da vida é generalizar casos isolados. Existem cursos e cursos, alunos e alunos.
Desde que mudei para Maringá, em 2006, percebi uma melhora significativa na balbúrdia. Em época de vestibular nem parece que tem algo acontecendo. Antes, as ruas eram impedidas e os candidatos e acadêmicos festavam por três dias.
Hoje, depois de alguns bares terem fechado as portas, com a presença da polícia para reprimir os excessos, está melhor. Existem, sim, alguns focos de bagunça, mas são jovens e isso é normal. Acho que uma convivência pacífica se faz em uma via de mão dupla. Os festeiros colaboram de um lado e as famílias de outro.

sábado, 27 de agosto de 2011

Vem aí Irene

O furacão Irene está provocando uma preocupação internacional. Desde o começo da semana os portais de notícia e jornais estão abordando o assunto. Aqui no Brasil, não temos ideia do que isso significa, mas os moradores da costa leste dos Estados Unidos sabem muito bem.
Até o presidente Barack Obama fez um pronunciamento oficial dizendo que é para os moradores dessa região não ignorarem os alertas. Muito pregaram madeira nas janelas, a fim de evitar a destruição interna das residências.
O que dizem é que o Irene será mais devastador do que o Katrina - furacão que devstaou New Orleans em 2005. À época, Katrina deixou mais de 1.700 mortos. Com as medidas de precaução, espera-se que em 2011 o feito não se repita.
O alerta de evacuação chegou a Nova York. Há possibilidade de ventos acima dos 170 km/h. Por isso mesmo, a Bruna adiantou a volta dela ao Brasil. Ela pegaria o voo de sábado, mas até a TAM já cancelou o voo NY-SP. Depois de enfrentar o terremoto, ela, junto com os pais, decidiram adiantar a volta.
Portanto, no mais tardar, domingo, Bruninha vai estar na ativa aqui no blog. E, Bruna, seja bem-vinda de volta.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Um livro ou um estádio?

Ontem foi divulgado o resultado de uma pesquisa sobre o ensino no Brasil. É impactante o resultado, mas, infelizmente, previsível. Nossos alunos não estão sendo bem preparados. De acordo com os pesquisadores, pouco mais da metade das crianças do terceiro ano do ensino fundamental conseguem escrever uma redação compreensível.
É preocupante! Quando o assunto é matemática, o resultado é um pouco pior. Cerca de 42% das crianças avaliadas conseguem compreender a disciplina. E há uma disparidade entre o nível dos alunos de escolas pública e privada.
Nas escolas públicas, os resultados são piores. Os alunos avançam de ano letivo sem ter adquirido todo conteúdo. Nas escolas particulares isso também acontece, mas em menor grau. Em suma, quem pode pagar recebe melhor qualificação. 
Que educação deve ser prioridade, todos deveríamos saber. Uma sociedade educada corretamente desencadeia uma sequência de benefícios para o país. Teríamos, por exemplo, políticos mais dignos, porque as pessoas saberiam a função deles e haveria cobrança.
Enquanto nossos governantes estão preocupados com a verba que será destinada aos Jogos Olímpicos e à Copa, nossa educação fica de lado. São livros didáticos, professores e estrutura física trocados por estádios, rodovias e aeroportos.
Não acho ruim esses eventos esportivos no Brasil. Acredito que a geração de empregos será muito benéfica. Mas, quantas reportagens mostram que o País está importando mão-de-obra por não tê-las aqui preparadas?
Antes de nos exibirmos para o mundo, precisamos qualificar os profissionais. E isso se faz investindo em educação. Melhorar os aeroportos e estradas é ruim? Não. Mas a iniciativa privada deve agir nesses casos, também, não só na educação.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Meu dono de estimação - Estilo Tom e Jerry de viver


- Ei, você não vai me ajudar? Grita Zoe Cristina diante da tela do notebook.
- Eu tô ajudando, você mandou vigiar a porta, não mandou? Então, tô olhando pra ver se ela chega... Responde Lua Maria bocejando de sono.
- Não, pateta, falei pra me ajudar aqui a ligar esta coisa. Ela vai demorar. Foi pra terapia. Esse negócio demora uma eternidade. Eu quero ligar logo isto aqui pra escrever a coluna enquanto ela está fora. Anda, vem me ajudar.
- Eu não sei ligar computador. Vê isto ajuda... tenta ligar com a chave. As mamis não usam chave pra tudo?
- Dá aqui, deixa eu ver... onde encaixa a chave neste treco, hein?
- Ah, não sei não...
Zoe Cristina se concentra, empurra a chave sobre o teclado, sobre a tela, para um pouquinho pra roer o chaveiro.
- Hum, até que esta borboleta amarela é gostosa...
- Se você vai desistir e vai ficar aí comendo o chaveiro, eu vou voltar pro meu urso verde que estava delicioso. Quer saber? Não vou mais vigiar a porta, não...
- Desistir? Você acha mesmo que existe essa palavra no meu dicionário? De jeito nenhum! Zoe Crisitina não desiste nunca! Eu vou ligar este negócio aqui, eu vou, eu vou, eu vou!
Dando focinhadas pelo teclado, Zoe Cristina acerta em cheio o botão que resgata o computador do estado de "dormir".
- Ah, viu só? Consegui! Eu sou demais!
- Ah, sei lá... grande coisa ligar isso aí. As mamis fazem isso o tempo todo.
- É, fazem sim, pateta, mas pra nós do reino dos cachorros não é tão fácil assim. Só que eu não sou apenas uma cachorrinha pintcher. Eu sou um fenômeno, uma inteligência rara, uma sensibilidade fora do comum, entendeu?
- Você é uma sensi o quê?
- Deixa pra lá, Lua Maria, deixa pra lá... Come aí o seu urso verde que eu tenho que ver um negócio na internet...
- Hum, tô sabendo... Você ficou cismada com o tal do Tom e Jerry, né?
- Na verdade, dona Lua, eu não gostei da comparação. As mamis deveriam dizer que somos únicas, sem igual, e não comparar a gente com esses bobos que aparecem no desenho.
- Acho que eles são famosos...
- São bocós, isso sim. Olha só aqui... Tá vendo? É um gato e um rato que passam a vida numa perseguição sem fim. Eu não gostei de ter sido comparada ao nanico do Jerry... eu sou um cachorro ou um rato?
- Ah, você até que parece com o baixinho aí... E eu gostei da cara do Tom. Esse gato parece boa gente.
- Sim, e você se acha boa gente? Vai se achando, vai, sua falsa! E as pessoas que a senhora já mordeu que eu sei que mordeu?
- Só mordi gente que merecia, tá?
- Tá, tá bom... mas não vem posando de gatinho manso não que eu te conheço!
Nisso, as duas se estranham, começam a rosnar uma pra outra. Zoe ataca Lua no pescoço. Lua revida e vira Zoe de barriga pra cima.
- Tá vendo Zoe? A gente tá brigando igual ao Tom e Jerry...hahahahaha...
- Não me compara a um rato! Eu tenho estirpe, eu tenho raça, não sou como você, sua vira-lata!
- Ei, pega leve... assim você me ofende...
- Nem ligo.
- Nem liga?
- Não...
...
Quando a terapia acaba e a dona do computador chega em casa encontra a seguinte cena:
Zoe Cristina e Lua Maria dormem, cansadas, despenteadas, um pouco babadas e com pequenas mordidas pelo corpo. O quarto de TV está virado. As almofadas do sofá estão pra todo lado, o notebook está no chão e o fio, um pouco roído. Na tela, que por sorte não quebrou, há uma imagem de Tom e Jerry. Um gato, um rato e uma eterna briga. E afinal, eles brigam exatamente por qual motivo? O que querem? Ou querem apenas o exercício da briga, a disputa por si mesma? Haverá paz algum dia para os dois companheiros que, apesar de todas as quedas, socos e armadilhas, se mostram inseparáveis?
Ela deixa as questões existenciais para a próxima sessão de terapia, guarda o notebook e coloca uma cobertinha sobre Lua e Zoe pensando em como elas são lindas, amigas, companheiras, e como elas se dão tão bem... olha só? Dormem como anjos... Ela deixa o quarto pisando leve pra não acordar as pituquinhas. Nesse instante, dois rabinhos e quatro chifrinhos crescem, silenciosamente, debaixo da coberta.

Amizade

Hoje já é quarta feira e posso dizer que o  tempo voou. Sábado ja embarco com destino ao Brasil.
A saudade está grande dos meus pais, namorado e amigos... Mas também vou sentir muitas saudades daqui. Dos lugares e principalmente das amizades feitas durante este período. Aqui convivi com pessoas de todas as idades, sexos e nacionalidades. A última é a mais curiosa. Fiz amizades com mais brasileiros, coreanos, japoneses, chineses, árabes, indianos, turcos, italianos, franceses... Enfim... Do mundo todo.
No começo eu tinha vergonha de tentar conversar com alguém de outra nacionalidade, mesmo sabendo que esta pessoa tinha as mesmas dificuldades que eu e estava na minha turma do curso de inglês, mas hoje não tenho vergonha e meu circulo de amigos cresceu, assim, absurdamente.
Espero que, algum dia, alguns deles possam ir me visitar no Brasil e ficar em casa. Ja até fiz convites.
Se alguem pensar em estuda fora, que seja por um mês, não hexite e viaje feliz. Foi uma experiência e tanto. Após 90 dias melhorei muito meu ingles e arranho algumas expressões em outras línguas... Adorei! Obrigada aos meus mais novos amigos.






quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Mas, o que os outros vão pensar?

Sempre que vou de carro para a aula, acho muito bom dar carona para os amigos que precisam ou pedem. No trajeto, sempre tem um assunto em pauta. Tudo acompanhado de uma música velha ao som do "baú da Mix". Desde a hora que deixamos o estacionamento da faculdade até a despedida, os assuntos variam.
Com a minha caroneira oficial (Karen) sempre vamos das risadas aos assuntos mais sérios, como o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Alguns dias, comentamos fatos ocorridos no cotidiano e vamos amarrando acontecimentos.
Aí, ontem, estávamos voltando da aula e conversando. Falando de alguns assuntos e chegamos ao terrível: "mas, o que os outros vão pensar?". Quando eu era mais novo, não saía de casa vestido de determinada maneira, sempre arrumava o cabelo, enfim, me preocupava com a opinião dos outros.
Um primo me criticava, mas a namorada dele dizia: é coisa da idade, isso passa. E passou. Hoje, quando tenho alguma possibilidade de recaída, penso: estou devendo algo para alguém? Como a resposta é não, saio tranquilo.
Quanto às atitudes, a mesma coisa. Se duvidam da minha capacidade, eu provo que estão errados. Não sou do tipo que me esforço para provar, a quem não merece, que sou capaz de fazer algo. Se duvida de mim, paga para ver.
Devem pensar: como você é perfeito. Não sou. Mas também não estou preocupado com opiniões que não me acrescentam em nada. Prefiro receber uma crítica de uma pessoa capaz de me criticar do que um elogio de um leigo.
Um alerta: esqueça a opinião dos outros e faça o que você tem vontade. Se eles duvidam de você ou tem medo do que vão dizer, prove que eles estão errados. "Dê seus pulos!"

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Vai um cafezinho aí?

Está comprovado: o café é o alimento mais consumido pelos brasileiros. De acordo com o IBGE, são pouco mais de 200 ml por dia. Isso equivale a quatro xícaras pequenas ou uma grande. Historicamente, o Brasil é conhecido por ser um dos principais produtores de café do mundo.
Quando estava no ensino médio, ouvia professores dizendo que o café que era vendido no Brasil era o de pior qualidade. Isso porque a melhor parte era exportada e o lucro aos produtores era mais satisfatório. Mas creio que isso não seja mais realidade.
Hoje encontramos diversas marcas e diferentes preços do nosso estimulante preferido. O Paraná continua na lista dos estados que mais produzem café. Até o Ratinho tem fazenda no Paraná e uma marca própria de café.
Mas, como tudo em excesso, o café também tem lá seus malefícios. Concordo que em um dia de trabalho, quando o sono bate, um copinho de café cai muito bem. Mas tem de haver um controle.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda 250 miligramas de cafeína por dia. Essa quantidade é encontrada em pouco mais de duas xícaras de café expresso ou quatro copos de 200 ml de café filtrado. Porém, dependendo da sua alimentação, essa quantidade pode ser excedida.
Outros alimentos como o refrigerante de cola (a Coca-Cola), o chocolate, o chá e até mesmo o analgésico contam com certa quantia de cafeína. A Veja da semana passada quebra alguns mitos sobre o café. Entre eles, que a gestante não pode tomar café. Pode, com o limite de três xícaras diárias.
Para os hipertensos, sinal verde. O café está liberado. Os efeitos do produto na pressão arterial são mínimos e pouco duradouros. Enfim, podemos tomar uma dose de café por dia. Não faz mal, não engorda e é barato.
Ah, para finalizar, uma receita de café cremoso do Paraná TV de ontem. Parece ser bom.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cadê a mulherada?

Propaganda de cerveja é algo legal no Brasil. Por isso, a quase todos os intervalos na televisão vemos tais inserções. Há um tempo, era muito comum vermos as marcas associando quem compra a cerveja ao sucesso com a mulherada.
De um tempinho para cá, isso mudou. É mais difícil vermos esse tipo de apelo. Agora, o que está fazendo sucesso é o humor. Quem não gostou da ideia de as pessoas virarem "baiacu" ao tomar a cerveja concorrente?
Não sei vocês, mas eu acho muito mais divertido vender algo pelo humor do que na base do apelo sexual. A mais nova da Skol é muito bem feita. Com certeza, todos já viram, mas vale a pena relembrar.

sábado, 20 de agosto de 2011

Bons e maus exemplos

Esta semana fui surpreendido com uma reportagem na Folha de S. Paulo. Estava com o jornal nas mãos quando me deparei com a história de uma mulher que queria entrar para o livro dos recordes - o Guinness Book. Se fosse algo digno de Guinness, tudo bem, mas não é.
A mulher mora nos Estados Unidos e pesa 317 kg e a intenção dela é chegar aos 700 kg. Um absurdo. Com tantas pessoas querendo emagrecer, recuperar a autoestima, aderindo a uma alimentação e vida saudável e ela com essa ideia de maluco.
Em contrapartida, uma britânica deu um bom exemplo. Com quilinhos a mais, a autodeterminação falou mais alto. A mulher passou a comprar roupas em uma numeração menor. Essa atitude fez com que ela fosse se controlando para perder peso.
A iniciativa deu certo. Aos poucos ela foi reduzindo o número do manequim e chegou ao peso ideal. Foram cerca de 40 kg a menos e mais de 100 vestidos. De uma compulsiva alimentar, ela se tornou uma compradora compulsiva. Agora, ela diz que tem o maior prazer em comprar roupas.
Por conhecimento de causa, não tenho dúvida que o segundo exemplo é o que deve ser seguido. Na reportagem da Folha, vi que a "vontade" de engordar pode ser um distúrbio que a norte-americana tem. Talvez, dizem os especialistas, por ela não conseguir emagrecer, decidiu radicalizar.
Uma besteira sem tamanho. O pior é que a família está de acordo com a maluquice. Os médicos alertam que isso é um atentado à saúde dela. Mas de nada adianta. Ela diz que está saudável e se exercitando diariamente. Mas esses exercícios vão ser frequentes até quando?

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Voltei a ser criança


Todos que me conhecem sabem meu jeito Bruna de ser. Sou feliz, divertida e muito brincalhona. Amo crianças, e gosto mais ainda de me divertir com elas. Algumas das minhas melhores amigas já são mamães e me divirto muito, muito mesmo com a Mel e o Felipinho. Esses dias entrei em uma loja que pra qualquer lado em que eu olhasse, a lembrança dos dois me viesse à cabeça.















A loja se chama FAO Schwarz, e é considerada uma das maiores lojas de brinquedo. Fiquei por lá mais de duas horas, só andando pelos corredores e com vontade de voltar a ser criança e comprar tudo. A loja é simplesmente fantástica. Qualquer pessoa que entre nela, volta a ser criança!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Um caso de crime virtual

Quem disse que internet é terra sem lei? Com insistência e o amparo da Justiça, a maringaense Rose Leonel conseguiu punir o ex-namorado. O processo vinha se desenrolando desde 2005, quando o empresário divulgou fotos sensuais da mulher, onde também dizia que ela era garota de programa.
O namoro acabou e o rapaz não aceitou. Para se vingar da ex, ele publicou fotos íntimas do casal e divulgou os telefones dela. A mulher, mais do que depressa, acionou os órgãos competentes, que descobriram que a publicação aconteceu de uma loja no shopping. Não por acaso, o dono da loja era o tal empresário.
Passados seis anos, justiça foi feita. O rapaz terá que pagar R$ 1.200 por mês para a jornalista, por aproximadamente dois anos, além de ter que prestar serviços à comunidade.
As imagens se multiplicaram. Ao digitar Rose Leonel no Google, aparecem mais de 3 milhões de resultados. O estrago na vida dessa mulher foi gigantesco. O pior disso tudo é que ela tem filhos e a exposição, com certeza, feriu a integridade deles também.
A indenização a qual o empresário foi condenado é pouca. Acho que o dinheiro não é nada perto da humilhação pela qual a apresentadora passou. Mas prestar serviços comunitários e dar uns troquinhos mensais não é suficiente.
Já é um começo, mas a lei precisa ser mais rígida com os criminosos virtuais. E outra, as mulheres também precisam ser um pouco mais espertinhas antes de tirarem fotos nuas com os namorados. Numa dessas, a intimidade se transforma em algo público.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Meu dono de estimação - Ao vencedor, os coelhos azuis


Quando declarei aqui, na semana passada, que na próxima vida quero nascer cachorro, eu falava sério. E não um cachorro qualquer. Quero nascer um cachorro desses bem insistentes, que latem alto e ardido, ousados, destemidos, que não se enxergam, mesmo pequenos enfrentam outros cães com 10, 20 quilos a mais. Pode ser sem raça, orelhudo, de pernas pequenas. Não importa a forma, quero o conteúdo. Conteúdo desses cachorros pequenos e metidos, como nossa querida pimentinha Zoe Cristina.
Ao contrário de Lua Maria, que é bonachona, boa gente, e só se agita quando ouve a palavra "passear", Zoe é um azougue. Faz juz ao nome. Esta família já perdeu as contas de quantas sandálias ela destruiu, quantos sapatos comeu, quantas plantas arregaçou, quantos buracos  cavou nos sofás da sala, quantos bonecos de pelúcia já roubou de seu irmão humano, só pra sentir o gostinho de destroçá-los. Nossa sorte é que o irmão não liga. Ele dá risada quando vê a pequena Zoe fugindo de seu quarto com algum bicho colorido na boca, achando que é invisível. Zoe e sua caça. Já dizia Machado de Assis, em Quincas Borba: "Ao vencedor, as batatas". À Zoe Cristina, todos os bichos que ela fizer por merecer.
A vivacidade e a teimosia dessa pequenina me inspiram. Sou da legião dos introspectivos, dos medrosos, dos que pensam, pensam e pouco colocam em prática. Isso sempre atrapalhou meus planos. Estou quase na metade da vida e ainda me sinto no começo do caminho. Zoe não. Se ela quer algo é pra ontem. E ela não desiste. Exemplo: o irmão humano ganhou na última páscoa um coelhinho azul de pelúcia que veio com um ovo de chocolate.
Não sei se Zoe cismou com o bicho por ele ter cheiro de doce, ou porque o irmão tentou protegê-lo de seus dentes afiados, ou por tantos outros possíveis motivos, mas ela tanto tentou, tanto roubou o coelho, que um dia destes o irmão se deu por vencido e desistiu. Entregou o brinquedo para Zoe Cristina terminar os pequenos estragos que a cada investida ela deixava: uma mordida aqui, uma desfiada ali.
Triunfal, ela andou com aquele coelho na boca por dias. Paciente, ela abriu as costuras das orelhas e das patas e foi esvaindo o bicho, retirando, em pequenos bocados, os flocos de espuma que serviam de recheio.
Tento aprender com Zoe a insistir até conquistar os recheios da vida. Muitas vezes minha energia se acaba bem antes das costuras serem vencidas. Fico no plano das ideias, dos "quereres". E batata que é bom, nada. Não me canso de admirar a consistência do desejo da pequena Zoe. Enquanto Lua Maria cochila, ela dá os últimos retoques no corpo azul do brinquedo. Os últimos flocos de espuma ficaram sobre o sofá. E quando tentei pegar aquele lixo pra jogar fora, surpresa! Zoe investiu contra mim, dentinhos a mostra, decidida, latindo ardido algo que traduzido dizia: "Se liga, pateta, este recheio de coelho é meu. Vai roubar o seu se quiser brincar também. E sai daqui antes que eu morda seu nariz!". Lindinha demais com aquele ataque de posse. Mas fui resoluta e joguei a espuma fora. Tive medo de que ela pudesse engasgar com as entranhas.
Agora, ela está pra lá e pra cá com a carcaça do coelho vazio na boca e me olha desconfiada. Sem que ela percebesse, fui espiar e descobri o que ela estava aprontando. Ela escondeu o bicho, enterrando-o entre o braço e o assento do sofá. A pequena é sábia: quem guarda hoje uma carcaça de coelho azul tem, pelo menos, um resto de caça pra comer amanhã.

Little Brazil

Desde que cheguei a Nova Iorque me sinto querida pelas pessoas estrangeiras que conheço em diversos lugares e situações. Primeira pergunta que todos fazem: Where are you from? (De onde você é?). Logo que o Brasil sai da minha boca, o sorriso no rosto da pessoa já aparece e sempre são muito simpáticos. 
Sim, americano ou uma pessoa de qualquer outro país, adora o Brasil! O motivo são vários. Cada um diz uma coisa. Até fotos pedem pra tirar comigo, ou com a gente, quando estamos em mais. Bem bacana.





Com todo esse carisma pelo Brasil e com os brasileiros, não poderia ser diferente. Bem no centro do burburinho da Times Square em Manhattan, você encontra a 46 Street, ou Little Brazil. Isso mesmo, a rua leva esse nome. Os brasileiros se sentem em casa nela, pois existem vários restaurantes com comida típica brasileira. Eu vou pelo menos uma vez por semana e indico a todos que pra vierem para cá! O bom dos restaurantes, é que além da comida ser brasileira, os garçons falam o português... Aqui também existem lojas com produtos brasileiros e várias outras curiosidades. Me sinto em casa!  

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Propagandas inteligentes - A volta dos que não foram

Temos visto algumas propagandas muito bem boladas na televisão. Entre elas, uma do Bradesco Seguros que já deu muito o que falar. Byafra aparece cantando dentro de um carro roubado. Uma maneira de o ladrão desistir do roubo.
Mas, vai que o seu carro não vem com um Byafra. Então é melhor investir no seguro de automóveis do banco. Pelo que li, o cachê do cantor para esse comercial foi de R$ 150 mil. Além do dinheiro na conta, ele foi chamado para dar entrevistas sobre o comercial e, com certeza, está lucrando em cima disso.
Abaixo, o vídeo.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

É bom que surpreenda

Selecionar pessoas diferentes e fazê-las mudar a rotina por algum tempo. Esse formato já é batido, tanto em reality show quanto em outros programas. Mas o Fantástico, da Rede Globo, aposta como um dos atrativos das próximas semanas.
Uma executiva de Curitiba vai passar alguns dias no Maranhão, se adaptando a alguns costumes das pessoas de lá. Pelo que foi mostrado no programa desta semana, a paranaense vai ter de pescar e dormir na rede. A iluminação elétrica não fará parte desses dias.
O outro participante é da Bahia. O rapaz é professor de percussão, pai de três filhos e atua em uma comunidade de Salvador. Ele será levado a Pomerode, em Santa Catarina. A cidade é conhecida por ser tradicionalmente alemã. Lá, o baiano vai aprender alguns costumes dos moradores.  
A diferença cultural entre os dois personagens principais é gritante. A mulher é uma "workaholic", tem dois filhos, um apartamento confortável e um carro de alto nível. Já o baiano é bem mais simples. Leva os filhos para a escola de bicicleta e não esbanja luxo.
Apesar de o modelo ser conhecido, o "Choque Cultural" pode ser que nos surpreenda. Além do mais, o Fantástico tem um estilo próprio e as reportagens seguem esse padrão. E TV é aquela coisa: ou cativa ou o público muda de canal.

domingo, 14 de agosto de 2011

É quase um xerox

Fiat Freemont
Para provar que abordamos qualquer assunto aqui no blog, hoje vou falar de um tema inédito, mas que eu gosto muito. Por alguns meses, mantive um programa na Rádio Cesumar sobre automóveis -o Radar Automotivo. Falava sobre lançamentos, recalls, novidades e demais assuntos relacionados aos carros.
E, ontem, passeando pelo G1, vi uma notícia sobre um lançamento da Fiat. Um SUV bonitão, robusto, que nem parece carro da Fiat. Claro, cliquei no link e fui ler o texto na íntegra. Logo vi que se tratava de uma "cópia".
Dodge Journey
Calma, eu explico. A Fiat detém mais de 50% das ações da Chrysler e aproveitou essa margem de segurança e copiou um modelo da Dodge, que pertence à Chrysler. O nome do original é Journey, e do modelo reinventado pela montadora italiana é Freemont.
Nas imagens que ilustram o texto, pode-se ver a semelhança entre os dois. Alguns detalhes foram alterados e a logo da Fiat entrou no lugar da antiga. Além disso, o site do Auto Esporte destaca que, no acabamento, o Freemont está melhor do que o Journey.
Freemont - interior
O modelo mais barato chega ao Brasil (ele é fabricado no México) por quase R$ 82 mil. Perto da Captiva (R$ 90 mil) e da Honda CR-V (R$ 86 mil), está barato.
Por ser o primeiro utilitário da Fiat, a montadora se saiu bem. Mas copiando outros modelos é fácil fazer sucesso, não é?

sábado, 13 de agosto de 2011

Feira de rua

Quem disse que não existe feira de rua em Nova Iorque? Te digo que existe e são várias. Sempre passo por ruas que estão tendo feiras, em quase todos os finais de semana. E não são feirnhas, não. São feiras de mais de 6 quarteirões!
O que me impressionou foi ver a quantidade de produtos diferenciados. Lá se acha um pouco de cada coisa. São bolsas, óculos, bebidas, livros, CDs, novidades... Enfim, muita comida. E essas comidas me chamaram bem a atenção, porque quando pensamos em feira no Brasil, a primeira coisa que me vem a cabeça, e  acredito que na cabeça da maioria, são os famosos e deliciosos pastéis... Aqui em Nova Iorque não encontrei pastel, mas encontrei diversas outras comidas como nas fotos... Milho assado, frango frito, enfim , muita coisa...




sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O incentivo vem da mídia

Que exercício físico faz bem, todos sabemos. Mas, sabia que manter uma atividade regular pode ajudar vocês, mulheres, a reduzir as chances de ter câncer de mama? E é para incentivar a "movimentação" das mulheres que atletas brasileiros participaram de uma campanha.
O "palco" foi, nada mais nada menos, que a Times Square, aquela famosa rua novaiorquina cheia de painéis publicitários luminosos. Em uma semana praticamente pautada pela notícia do câncer do Reynaldo Gianecchini, a revista Veja, coincidentemente, apresentou essa reportagem sobre o trabalho dos atletas.
Para quem não entendeu a ligação dos exercícios físicos com o câncer, a publicação trata de explicar. As mulheres obesas têm mais chances de desenvolver algum tumor nas mamas. Isso porque a gordura possui uma enzina que transforma alguns hormônios no corpo da mulher.
Esses hormônios estimulam a produção de novas células no organismo, o que aumenta a probabilidade de surgir uma célula cancerígena. Além disso, quando a mulher é diagnosticada com algum tumor e mantem a rotina de exercícios, passa pelo tratamento mais bem-disposta.
Acho muito bom o trabalho desses atletas, leia-se Ronaldinho Gaúcho, Cesar Cielo, Emerson Fittipaldi, entre outros. São conhecidas figuras do esporte que estão trabalhando para o bem. É triste afirmar isso, mas acompanhar a doença do Gianecchini vai ser bom para quem está na mesma situação.
Vão ter nele um espelho de força de vontade e otimismo. Assim esperamos.