domingo, 26 de junho de 2011

Reflexões sobre o Cisne Negro

Na madrugada deste sábado, assisti ao filme Cisne Negro. Há um certo tempo, lia comentário sobre ele em revistas, blogs e facebooks alheios. As pessoas diziam que o filme era maravilhoso e que valia a pena a compra da entrada do cinema.
Não sou um cinéfilo e nem tenho propriedade para falar sobre aspectos técnicos da sétima arte. Não cresci com a cultura de assistir a um bom filme todos os finais de semana. Sempre fui refém dos canais abertos e do gosto dos programadores.
Mas, de um tempo para cá, venho prestando mais atenção nos filme e selecionando melhor a minha lista. Dos últimos que assisti, Cisne Negro é o único que faz o espectador pensar. Na companhia de uma prima e da minha irmã, às vezes, discutíamos o rumo da história.
Durante toda a trama, acontece um misto de suspense com uma certa aflição, resultando em agonia. Como o filme não é lançamento, a não ser nas locadoras, acredito que a maioria já saiba do que se trata - uma bailarina que tem de lidar com as próprias limitações.
E é isso que faz o filme interessante. Porque qualquer um de nós pode se colocar no lugar da Nina (a personagem principal). A nossa perfeição depende apenas de nós mesmos. Quem nos limita e impede de conquistarmos nossos objetivos não são os concorrentes, somos nós.
Se você ainda não viu e gosta de filmes inteligentes, loque Cisne Negro. Depois, pense sobre o roteiro, assim como fiz hoje. Aproveite a sessão.

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