sexta-feira, 3 de junho de 2011

Quem "paga o pato" é o trabalhador

Bom, a Bruna já embarcou rumo aos Estados Unidos e, enquanto ela narra as novas experiências de lá, eu continuo as postagens daqui.
Esta semana, pudemos acompanhar a dificuldade de muitos paulistanos ao pegar o rumo do trabalho. Os funcionários da Companhia Paulistana de Trens Metropolitanos (CPTM) entraram em greve e deixaram a capital paulista mais caótica do que já é.
Diversos telejornais abordaram o tema e mostraram a dificuldade das pessoas, que ligavam para os patrões informando o atraso. Em alguns casos, desistiam e voltavam para casa.
Com a falta de trens, o metrô e os ônibus foram os pontos de fuga. Era visível a superlotação. Filas e mais filas para, simplesmente, ir trabalhar. Pior ainda quem tem de ir ou sair de Santo André, São Bernardo e São Caetano (ABC).
Isso porque os funcionários da empresa de ônibus pararam. A CPTM anunciou que os trens voltarão a circular nesta sexta-feira (03), porém, os metroviários se reuniram à meia-noite de hoje, para decidir se entram em greve ou não.
Toda essa movimentação é por aumento salarial. As companhias oferecem uma porcentagem e o sindicato pede mais. Quem "paga o pato" é o trabalhador brasileiro, que acorda cedo, reserva o dinheiro para o transporte, enfrenta fila e aperto, chega atrasado e leva bronca do chefe.

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