quarta-feira, 1 de junho de 2011

O possível fim das sacolinhas

Sabe aquela sacolinha plástica em que colocam as suas compras no supermercado? Pois é, você imaginou, um dia, que elas pudessem ser motivo de tanta polêmica? Em uma das minhas aulas, ela já foi tema de comentários do professor e, em alguns estados, estão discutindo proibir a distribuição delas.
Todas essas atitudes são pensadas para melhorar a qualidade de vida na Terra e diminuir - ou pelo menos tentar amenizar - o impacto do homem à natureza. A Veja desta semana traz, no Guia, dicas de sacolas retornáveis para substituir as descartáveis. Aponta, também, que as sacolas degradáveis, que os mercados têm investido, não são a maravilha que divulgam.
Porém, aí vem a contradição. Ao virar a página me deparo com a pergunta: "E o cestinho de lixo?" A reportagem cita que 80% das pessoas utilizam as sacolas de mercado para embalar o lixo da cozinha e dos banheiros.
Será que substituir as sacolas distribuídas por saquinhos comprados no mesmo local reduziria o impacto? A meu ver, não. Eu prefiro colocar uma sacola oxibiodegradável com a logo do mercado no cesto de lixo a um saquinho azul, pelo qual eu tenho que pagar.
O texto justifica que quando o consumidor paga por um produto, dá mais valor. Mas, não sei se é pagando por um objeto para jogar o lixo que as pessoas vão diminuir a quantidade de resíduos que produzem. Acho muito bom que, antes de tomarem decisões de âmbito nacional, o legislativo analise muito bem os prós e contras disso tudo.

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