sexta-feira, 24 de junho de 2011

Dia de festa e trabalho

Este é o mês das famosas festas caipiras. Fogueira, quentão, canjica, pinhão, quadrilha. São costumes e pratos que todo ano voltam à tona neste período. Desde criança, sempre participei dessas festas, seja na escola, em uma chácara de algum conhecido ou no clube.
Para esse feriado, eu e mais dois colegas da sala programamos fazer uma reportagem para nossa disciplina de Telejornalismo. Iríamos a uma festa junina tradicional de Maringá. O "arraiá do seo Zico" seria em uma escola bem afastada do centro da cidade, em uma estrada rural.
O evento foi noticiado em diversos veículos de comunicação, mas não imaginava encontrar equipes de outras três emissoras lá. Era tudo gratuito, desde o estacionamento na beira do carreador até o copinho de quentão. Tudo começou com uma procissão, que seguiu por cerca de dois quilômetros, até chegar ao local da festa. 
No ano passado, a mesma festa reuniu cerca de duas mil pessoas. Era visível que, neste ano, tinha muito mais. Conversamos com algumas pessoas, com o seo Zico, participamos da missa, vimos os noivos chegando de charrete, demos muitas risadas e até nos perdemos no meio da multidão.
Estou no último ano do curso e vejo que momentos como esses, que passamos hoje, podem ser raros depois que nos formarmos. Ainda podemos levar tudo numa boa. Ninguém nos obrigou a trabalhar no feriado. Mas sabe que foi tudo tão bom que eu não trocaria por um simples passeio no parque.

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