sábado, 14 de maio de 2011

O famoso caso do Bombeirinho

Nesta semana, falei aqui do caso do Patrick, o menino de 10 anos que precisava de um transplante de coração, que, infelizmente, faleceu após a cirurgia. Hoje venho falar de um caso mais regionalizado. Aqui em Maringá, um caso semelhante ao do garoto de 10 anos está mobilizando a população.
João Daniel tem 5 anos e sonha em ser Bombeiro, por isso recebeu o apelido de "Bombeirinho". Em uma de suas idas e vindas aos hospital, pediu para sair do quarto pela janela e com a ajuda de um carro de Bombeiros. Pedido esse que foi atendido pela corporação e ovacionado pela comunidade.
O Bombeirinho tem leucemia desde os 2 anos de idade. Desde então, começou a busca incessante da família por um doador de medula. Por causa do destaque que o caso ganhou, muitas pessoas da cidade e da região estão se cadastrando no Hemocentro para serem doadores de medula.
O cadastro é muito fácil e rápido de ser feito. O sangue coletado é menos do que o da doação de sangue - bem menos. Compara-se à quantidade retirada para um exame de rotina. Com essa quantia, fazem os exames necessários e incluem os dados num cadastro.
Quando encontram doadores compatíveis aos receptores, aí sim fazem o procedimento mais delicado, da coleta do líquido da medula.
Já ouvi relatos de transplantes de medula internacionais. Pessoas de países diferentes com características genéticas semelhantes. Entende-se, portanto, a importância desse exame inicial. Novamente, digo, vidas podem ser salvas com uma atitude tão simples. Procure o hemocentro da sua cidade e faça esse cadastro. Não custa nada.
Ficou com dúvida sobre o transplante de medula? O Instituto Nacional de Câncer (INCA) responde.

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