domingo, 27 de março de 2011

Cadê a calçada que tava aqui?

Esses dias, passando pelo blog do Rigon, vi uma postagem dele que me chamou atenção. Uma nova banca de jornais e revistas sendo instalada na praça ao lado do Mercado Municipal de Maringá. Mas não é em um cantinho, não. É no meio da calçada, no meio da praça.
Como vocês podem ver na imagem, a contrução interrompe a passagem reta dos pedestres. Não vai afunilar nem impedir a circulação, mas será que pensaram nos deficientes visuais na hora de instalar essa banca aí?
Pois é, Maringá tem sido um bom, ou mal, exemplo de desrespeito aos pedestres. O Novo Centro é um canteiro de obras. São prédios e mais prédios que não param de subir. Mas antes de estar pronto, interrompem grande parte da área de circulação de pedestres com tapumes.
Perto da minha casa, na Zona 7, não é diferente. Na esquina do meu prédio tem um em construção há pouco mais de 3 anos. São mais de 36 meses que eu não sei o que é calçada naquela esquina. Deixam uma faixa de menos de meio metro para falar que estão cumprindo alguma lei e mãos à obra.
Mas as construtoras são apenas uma parcela de todo esse desrespeito. Lotes abandonados também fazem parte da lista de terrenos que não têm uma circulação adequada. Seja por descuido do dono ou pela árvore que quebra as calçadas para que a raiz cresça.
As autoridades até tentam tomar alguma providência, mas de que adianta se no outro mês tudo volta ao que era antes?

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